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Pedaços de mim, restos do Caderno da Alma
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Jorge Ferro Rosa
 Cria o teu cartão de visita
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Blá, blá, blá...1,2,3,4,5,6... que mais quere que conte. Assunto esgotado. Vou dormir... estou a entrar numa apatia perante tudo e todos. Divirtam-me...
20.02.2012
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Janeiro 20, 2012  |
Mais um dia, e outro dia chegará e as vertentes da vida possuem muitos significados, cada um a seu belo modo! Entendo a tua postura e tu ainda que entendas a minha ficas muito longe de tudo o que pudera ser pensado! Exite por aí tanta princesa que anda farta disto tudo... tem mas é cuidado não partas os pendentes... alegria e muita alegria. A vida está fundada em situações que ninguém entende ou a tentativa desse mesmo entendimento fica muito longe de tudo o que tinha em mente! Alguém veio e criticou... que treta, a história de sempre.
Ponte de Sôr, 13 de Janeiro de 2012 - 20:56h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Janeiro 13, 2012  |
Todos os dias vou aprendendo lições de vida! Todos... não invalida de escrever poesia não só aqui mas nos cadernos de casa. Nada mesmo mais interessa para aqui ou muito pouco. Sabes, cansei imenso, imenso mesmo, cansei da Internet, destas tretas todas, desde o Facebook e outras redes sociais. E estou cansado da Net, repito e de determinadas pessoas, criaturazinhas que perderam todo o valor para mim! Nada me interessa, as pessoas deixaram de me interessar, prefiro máquinas, prefiro sim! Continuo com os meus escritos mas em cadernos sinplesmente isso, como já te disse. Não poderás entender as minhas decisões, nunca... só de pensar em certas pessoas causa-me nojo, aversão, repulsa. Dizer isto parece forte para alguns, para mim é simplesmente real. O humano por mim apresenta-se como algo que nem vale a pena aproximar-me de, algo que é objecto de estudo todos os dias nas minhas aulas!
Amanhã tenho de me levantar cedo, sim, cedo, imenso trabalho está à minha espera... lentamente irei deixando de ficar contactável, tanto or telemóvel como por outros meios. Sê feliz da tua melhor sorte, não quero gente de merda junto de mim, nada de gente que me encha a paciência ou que me esteja a rejeitar constantemente... dessas mesmas lesmas, estou a começar a ficar distante. Penso que queiras entender, acaso negativo, temos pena.
Ponte de Sôr, 13 de Janeiro de 2012 - 01:00h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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E SEM DEMORA
E veio o novo ano com alegria
Veio abraçar-te e foste embora
Que importa... não era poesia
Que fosses e sem demora.
E fica mais belo então,
Ficar assim neste lugar
Ter o pulsar do coração
Livre e sempre a sonhar.
Sabe tão bem ficar desprendido...
Sem correntes de sentimento!
Melhor do que ser preterido
É ser beijado pelo beijo do vento.
Quando no teu rosto olhei...
Vi mais do que possas pensar!
Confesso que não me enganei
Não eras tu para eu poder amar.
Sei que sou bem diferente
Sei que não sou para ti...
E foi logo num de repente
Que isso tudo em ti descobri.
Esse ar tão descontraído
Esconde imensa falsidade
Dizes mal do que não é proibido
Inventas, assim geras a fatalidade.
Tantas desculpas então...
Tanta sorriso fingido!
O que expressas do coração
É o mal que tens atraído.
Qual abraço que posso guardar...
Qual palavra de conforto?
A vida passa, passa esse olhar
Que um dia estará morto.
Jorge Ferro Rosa
Ponte de Sôr, 06 de Janeiro de 2012 - 11:04h
Escrito na Biblioteca do Centro de Artes e Cultura
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Janeiro 06, 2012  |
SE É NATAL...
Não sei se é Natal…Isto de secas é fatal!
O sonho do marginal…
Mundo de fantasias
Sinto vazio em todas essas alegrias;
É Natal! Fala-se de amor
Apenas sinto distância, rancor
Esse hábito impostor
Brilho da mentira
Oportunismo pelo comércio, então
Portugal em crise, não admira
É Natal mas não existe compaixão
Fala a boca, mente o coração!
E continua-se na ilusão.
Gostas do Natal… eu não!
Sinto isso no meu peito,
Vejo tanta ingratidão
Se é Natal, tudo isto não tem jeito.
Natal… nos hospitais…
Tanta enfermidade
Qual alegria nesses tais
Não serão humanidade?
Adorar quem? De onde vem?
Espírito de fantasia…
Sempre as músicas da tradição
Confesso, sinto nostalgia
Quando sinto tanta desunião…
Nesses votos de Natal, não
Implementa-se o faz-de-conta
É uma caminhada tonta
Jesus Cristo nem era cristão…
Era Judeu e numa palavra pronta
Deixo no Natal um apelo à meditação.
Jorge Ferro Rosa
Ponte de Sôr, 18 de Dezembro de 2011 12:15h
Escrito no café “Pastelaria Sá Clau”
PS. A Todos Feliz Natal - 2011
postado por jorgeferrorosa
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Segunda-feira, Dezembro 19, 2011  |
Procuro aquilo que o tempo parece roubar-me! Tenho e não tenho, vivo entre o ter e o não ter, nesta entrega das coisas que se pensam ter.... O mundo está cheio de ilusões, as verdades ainda mal começam acabam logo, nem sei justificar tal situação, mas é mesmo assim! Que interesse tem depois falar-te quando tudo o que aparentava já não é? As pessoas são mesmo assim! Aprendemos com as situações decorrentes, essas do dia-a-dia... e vamos sem nunca mais parar...
Não me confundas, não me percas no facebook, porque já chega de situações que acontecem no quotidiano! O mural tem nova apresentação e outros que apareciam já não aparecem mais, voaram, porque aqui não era campo de acampamento.
Vim deixar-te uma palavra apesar da distância de que vou notando que se vai implementando, dadas as situações... tu não entenderás o meu sentimento, não podes entender nada mesmo. Apereces e desapareces, escreces e apagas, estás e não estás... mas, isso já pouco me interessa... o tempo apresentará outras novidades.
Ponte de Sôr, 05 de Dezembro de 2011 - 03:26h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Segunda-feira, Dezembro 05, 2011  |
QUE VAI DENTRO DE MIM
Procuro o momento, extravasar tudo o que vai dentro de mim, isso que não entendes, isso que passa ao lado… e tu viras-te para mim e dizes coisas que eu não entendo. O dia dos sorrisos nem sempre acontece, mas a vida amplia-se nos reinos do olhar, na melodia que ficou por tocar e tu tocas tão bem.
Os dias lindos evocam uma outra cumplicidade, por olhares cúmplices e verdades que não possuem outra alternativa. Guardo-te assim na memória, com imensa alegria, com imenso prazer e tu és tudo para mim, sem que saibas deste sentimento, que se manifesta no olhar silencioso. Mas, a verdade é que gosto imenso de ti, já te disse isto imensas vezes. Os dias vão-se somando uns aos outros e tu acabas por ir por outros caminhos apesar de eu te querer mesmo assim. É estranho mas é verdade. A verdade tu também a vês, tu também sentes algo, tu também és, nós somos, nós estamos e desejava que estivéssemos para sempre. Era maravilhoso… não vou esconder este sentimento, não vou dizer o contrário, nem me vou arrepender de tudo o que te disse. Admiro a tua coragem, essa maneira que adoro… adoro-te muito.
Os dias avançam, mas parece que tudo está sempre na mesma, escrevo com a mesma vontade de sempre, com esta energia, com esta dedicação, e assim vou construindo os meus castelos mentais, somando à vontade outra vontade. Quero ir mais longe, mas contigo, com a alegria que tu consegues imprimir para mim, ainda que no silêncio, sinto a motivação.
A vontade toca-me e desejo caminhar contigo, desejo ouvir-te, estar contigo e ir mais alem do que se possa pensar nos momentos do nada ou do ser. Escorrem as palavras e todas as palavras são poucas para a compreensão do meu sentir, são situações que se vão acumulando, tudo tão lentamente, tudo de uma forma tão bem estruturada.
Estou no café, no koppus bar, em Ponte de Sôr, tomar um café, escrever um pouco… as pessoas começam a chegar, eu no meu lugar, só, como sempre, escrevendo no computador. Espero que alguém apareça, tomar um diálogo, dois dedos de conversa, filosófica ou não, mas seja ela agradável e o fato de vir até aqui tenha sido proveitoso, com o mérito que lhe tinha atribuído na alma. Conhecer alguém também é bom, travar amizades ou tudo o que por bem possa completar o ciclo da vida. Existe sempre a surpresa. Acerca do que pode ou não acontecer… ficam as expectativas, ficam as formas de contornar as questões, isso que na maioria das vezes não é fácil. O Domingo está quase a terminar, passei a manhã a dormir e um pouco de tarde, amanhã é dia de aulas, tenho trabalhos a corrigir, tudo ficará em dia. Gosto do que faço e nisto sinto prazer. A aula de Filosofia de sexta-feira, foi muito agradável, turma que fui fazer substituição, não me importava de ir todas as vezes, como sabes amo a Filosofia.
No cântico das harmonias, a noite é uma promessa onde te deixo memórias do meu dia, a constância do pensamento que enaltece a mensagem, esta alegria que imprimo das folhas recortadas do Alentejo a uma sinfonia ímpar de desejo imortais, por formas a que não podes fugir; sou para ti com a alegria dos traços de uma nova flor rejuvenescida, a rosa que se tornou a tua Rosa. E fica a noite e por ela prossigo... vamos, apenas por caminhos diferentes a um ponto cada vez mais belo.
Ponte de Sôr, 20 de Novembro de 2011
Jorge Ferro Rosa
In http://jorgeferrorosa.blogspot.com
Ou http://jorgeferrorosa.blogger.com.br
postado por jorgeferrorosa
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Domingo, Novembro 20, 2011  |
Amanhã é outro dia, faço anos. Dia que é para comemorar. E viva a vida... a felicidade. Vivam os meus amigos, todos os que estão comigo e os que não vou abandonar. Vivam todos os que estão comigo, os que tenho em pensamento. Deixo um abraço grande para todos e se desejarem podem interagir comigo no facebook. Basta procurar e adicionar.. . mas atenção, gente indesejável e que não conheço não vale a pena. Tudo de bom mesmo e com imensa alegria, felicidade.
Ponte de Sôr, 18 de Novembro de 2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Novembro 18, 2011  |
NÃO ME APETECE
Não me apetece falar com ninguém... apenas ficar aqui. O dia está de chuva, estou com sono, mas tenho de sair. Não sei porque escrevo, mas estou a escrever. Ando a ler o livro "Abraço" de José Luís Peixoto. Estou a gostar.
Recordo amigos que já não existem... recordo-os. Não me apetece nada, nada de nada. Pouco interessa o que me possa apetecer, não vou comentar e a chuva incomoda-me. Não tenho fome, preciso ficar um pouco mais elegante!!! Cancelei o facebook! Estou a ficar farto da Net, destas tretas, como se mais nada houvesse para fazer. Não interessa, dedico-me à música, ainda que só, ainda que somente toque para mim, pouco mais interessa. Não está tempo para viajar. Hoje não fiz fotos, nada. Nada mesmo. Apetece-me estar nos dias de Sol, caminhar com alguém da minha preferência.
03.11.2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quinta-feira, Novembro 03, 2011  |
A noite está cheia de maravilhas, contrastes, imensos jogos de ser e estar... encontramo-nos amanhã no Chiado, FNAC. Sempre em linha. Tomamos café, converamos, escrevemos e colocamos a conversa em dia. Temos sempre muita coisa para falar. Os nossos desabafos, as situações que somente a nós nos diz respeito. Somente isso. O que tem de ser acompanha-nos.
Alentejo, 22 de Setembro de 2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quinta-feira, Setembro 22, 2011  |
Vou escrever algo para ti, algo que fique para a eternidade... sei que foste para sempre, mas continuas no meu coração. Eu estive internado, enfim... tudo correu bem. Apenas foi um descanso, nada me faltou. Não tive visitas, também não era preciso. Nada mesmo. Sei que voltarei noutra altura, porque sinto que algo ficou por fazer. A ciência nem sempre termina tudo na hora certa... mais um corte, mais uma depilação, mais um sono profundo que me leva a outro horizonte. Apaguei do mundo e se ficasse assim para sempre não me importava, foi tão bom, mesmo agradável. Esqueci que tinha existido, pelo menos durante algum tempo. As coisas boas da medicina fazem-nos entrar noutros mundos...
Porto, 30 de Agosto de 2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Agosto 30, 2011  |
Digo-te adeus. As palavras cansaram-me, as observações já não me dizem mais nada! Fico por aqui ou não. Um dia voltarei a escrever, apesar de me apetecer apagar tudo. Apagar-me destas coisas da Net, isto que já não me dá o prazer que antigamente me dava. Preciso ir dar uma volta, falar com outras gentes, apanhar outros ares e não falar com pessoas que não possuam interesse para mim. Estou quase a partir, a deixar a escola, mas, também umas férias me esperam em pleno repouso. Não te irei falar disso.
Porto, 30 de Junho de 2011 - 14:47h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quinta-feira, Junho 30, 2011  |
Deixo-te um sorriso, fica a minha mensagem naquilo que não escrevo, tenta encontrá-la, tenta se fores capaz e a morte ainda não te tiver levado... viverás mais tempo se tiveres bons sentimentos, caso contrário... em breve o nada se apoderá de ti! Fica bem, fica se conseguires... até um dia. Os dias continuarão a passar, independentemente de escrever alguma coisa ou não por aqui. Vou sem destino e não espero nada de ninguém...
Porto, 20 de Junho de 2011 - 23:33h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Segunda-feira, Junho 20, 2011  |
Na tarde que toma forma, nos suspiros que acolhem sentimentos, deixo-te um poema, deixo-te um abraço, cujo tema é um beijo, por tudo o que ainda te faço! As melodias dissipam-se, percorrem as artérias do Porto, entre imagns, outras mensagens que não terás acesso, por isso confesso que o interesse é e outra ordem, talvez seja divinal, porque por aqui tenho mais para te dizer e não te digo. Fico e fica aqui o meu abraço amigo. Tanto mais afinal, chegou a inspiração e em breve terás novidades, seja assim o encantamento, este que somente tu sabes.
Porto, 12 de Junho de 2011 - 13:48h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no "O Café"
PS. Ontem foi excelente estar na feira do livro aqui no Porto, com o meu amigo Francisco Salgueiro, podermos dialogar sobre literatura, e o valor inexorável do seu fabuloso trabalho. Para ele o meu abraço, os meus sinceros parabéns. Também gostei imenso de conhecer a Editora, Uma pessoa maravilhosa. Abraços a todos.
postado por jorgeferrorosa
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Domingo, Junho 12, 2011  |
Com o teu olhar distante, tornei-me mais forte, avancei, ultrapassei o levante... agarrei o passaporte... tornei-me viajante. Agora com tanta liberdade, sem mais preocupações, percebi que era falsa a antiga amizade, desfizeram-se ilusões, ganhei fortalecimento, não mais quis ligações! Confesso que foi bom assim, ter descoberto que certas pessoas fica-lhes bem afastarem-se de mim, simplesmente porque não prestam. A minha tolerância teve o seu tempo...
Porto, 07 de Junho de 2011 - 13:00h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Junho 08, 2011  |
NOTA DE ABERTURA
As coisas bonitas têm sempre o seu lugar, mas nem todos as entendem! Encontramo-nos depois.
As palavras na noite fluem, acolhem
Dos olhares, dos sorrisos que absorvem
Envolvem um todo harmonioso, enfim
Qual jantar tão precioso, sabe bem
Empenho, com tamanha dedicação
Nesta noite, quero saudar alguém
Os meus alunos, que tenho no coração
Da disciplina de Área de Projecto...
Eis assim, seu trajecto, a vocação
Esta reinação que culmina na união
Professores, a Direcção e convidados
Deix aqui o meu apreço, a gratidão
Com este abraço, no meu peito ficam guardados.
Porto, 03 de Junho de 2011 - 23:00h
Jorge Ferro ROsa
Com muito carinho para os meus alunos do 12º LH2
PS. Muito mais em: http://pt-pt.facebook.com/jorgeferrorosa
Até já e divirtam-se...
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Junho 04, 2011  |
Grande Porto
Ontem foi a festa. Estive lá, gritei e apoiei... tudo maravilhoso, claro simpatizo pelo Porto. É o maior, ganha tudo! eh eh eh
Contudo deixo para todos uma observação, não acho justo o FCP ou os adeptos insultarem o Benfica! Sejamos dignos por mérito próprio sem ofender, a humildade fica muito bem. Vamo-nos todos divertir...
Porto, 20 de Maio de 2011 - 15:07h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Maio 20, 2011  |
Cada qual faça o que entenda... percebo que muita gente que tomei como porreira é uma merda! A vida continua, as verdades ficam... não vou perder tempo com gente da treta, cansei, confesso que sim. Estou bem, apenas lembro, que apenas perderam um amigo, talvez nunca tivessem sido meus amigos, os ditos ou ditas faz-de-conta!
A vida é linda e há outras pessoas, sim, outras... eu vou sem destino! Quem sabe um dia não nos possamos voltar a encontrar? Paciência, nada mais haverá para dizer; cada um talhou o seu percurso.
Porto, 06 de Maio de 2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Maio 06, 2011  |
Talvez não te tenha falado o suficiente... continua sempre aquela palavra em aberto, contudo, a realidade é sempre o expoente da natureza. Fico muito grato pela tua atenção! Em breve estou de descanso, tu também! Certamente podemos continuar a realizar as nossas fotos, os nossos passeios.
Tudo está bem, continuamos assim...
Porto, 30 de Março de 2011 - 13:16h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Março 30, 2011  |
Existe sempre uma postura que fala sempre mais alta do que todas as boas vontades! Tu não resides mais nos meus sentimentos, em nada mais do que aquilo que um dia foi por mim valorizado... tempos pena, mas a tua estupidez concedeu-te tal esse prémio... "quem tudo quer, tudo perde", já diz o ditado! Pensa, toma consciência, a vida é breve e as amizades não se constituem assim de um dia para o outro. Farto-me de rir, porque apenas me libertei de gente que afinal não prestava para nada.
Não faço colecção de pessoas que não prestam. Tu eras uma delas e eu não sabia! Mas outras existem...
Porto, 17 de Março de 2011 - 13:36h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quinta-feira, Março 17, 2011  |
Todos os sentidos conduzem-se para outros campos... não te preocupes com aquilo que deixou de ter significado, isso pouco importa! Entende se quiseres... deixei de ficar triste ou preocupado para com quem não merece a minha consideração. É interessante passar a sentir assim as coisas... por vezes dou comigo a olhar para pessoas que já morreram há muito tempo, no entando estão à minha beira! Será isto possível? O facto é que sinto isto e não me incomoda mais. Nunca pensei que isso fosse possível... não me lamento, apenas tenho um maior alívio.
É bom respirar o ar leve da Natureza... adeus.
Jorge Ferro Rosa
25 de Janeiro de 2011 - Porto
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Janeiro 25, 2011  |
Parece que agora chegam as férias... tudo fica diferente, mais calmo. É bom sentir esta descontracção. Ir, continuar a ir, um pouco mais... dar as minhas voltas sem destino, como sempre gostei de o fazer. A Isabel Carmo entendia-me muito bem, também saía comigo; agora não. Tu também não vens mais comigo, e outras pessoas mais, certamente outras vão entrar na minha vida. É necessário ser cínico e hipócrita por vezes, com algumas pessoas... mas é dom saber usar da diplomacia. Desta não esperavas, mas isso não importa...
Porto, 18 de Dezembro de 2010 - 00:54h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Dezembro 18, 2010  |
Qualquer dia entenderás aquilo que já foi dito... nada mais tenho a dizer, entendo que o tempo limite chegou ao fim. Passa bem e até sempre. Colherás aquilo que semeias... um dias as tuas lágrimas serão o pó da tua alma! As escolhas foram as tuas... sei que não estás bem, mas isso não é da minha preocupação... deixa andar! A depressão tomará conta de ti, porque tem de ser... sei que é assim.
Porto, 14 de Dezembro de 2011
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Dezembro 14, 2010  |
Hoje o dia começou com muito gelo... carros na rua não andavam e as estradas dava para fazer patinagem! eh eh eh bem, ontem à noite deixei-me dormir com o telemóvel das mãos, alguém me enviou uma mensagem que já não dei resposta, não porque não quisesse, mas porque fiquei mesmo a dormir.
Ultimamente alguém anda a enviar-me mensagens muito esquisitas! Digo muito porque não faz sentido aquilo que recebo, acho que devem ter-me confundido e esses mesmos conteúdos serão certamente para outra pessoa. Estranho não é? A realidade é que as pessoas estranhas continuam a existir... há coisas que nem merecem resposta, outras pessoas andam a tentar recuperar aquilo que perderam, mas esquecem que o que está perdido, perdido está e de forma alguma se pode recuperar. Esquecem daquilo que sou... e que não sou coisa. Arrumo tudo muito bem. E quando digo que acabou, acabado ficou. Simples, ou não há consciência nisso?
Quem escolheu aquilo que entendeu ser para si o melhor, pois que seja feliz com isso mesmo! Se não é, problema seu, vá-se tratar. Chega de montes de lixo deambulante, mas chega mesmo é que cansei disso faz tempo e não estou para levar com mais tretas... as desculpas para mim acabaram, sim, acabaram, chegaram ao fim e não tens mais hipóteses, porque não funciona. Fim. Espero que entendido.
Em breve chega o Natal... e o tempo é outro. Cheguei até aqui, vou continuar, vou prosseguir por outros caminhos, atalhos que me fazem olhar de modo diferente,
Porto, 03 de Dezembro de 2010 - 19:09h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Dezembro 03, 2010  |
DIA DE GREVE
Hoje, hoje... só te quis dizer que é hoje, dia de greve. Dia de Greve. Isso dia de greve... bem, a coisa está cada vez pior. Vamos ver onde é que este País vai parar. Está um caos... o caos vai continuar e a vida prossegue, independentemente de eu escrever aqui ou não. Tudo isto aqui será indiferente para o mundo inteiro, apenas os que são mesmo meus amigos não irão fazer greve à amizade. Mas, onde estão os meus amigos? Estão de greve para comigo? Creio que não, mas será mesmo não ou eu é que estou enganado? Afinal como é? Dia de Greve! Bem, preciso arejar as ideias, anular tudo o que possa bloquear, recomeçar algumas situações ou começar tudo de início e esquecer o que não interessa, sejam pessoas ou coisas. Em seu tempo entenderás que há coisas que são irrecuperáveis.
Porto, 24 de Novembro de 2010 - 11:25h
Jorge Ferro Rosa
Ps. Um blog para ver: http://www.copacabanadetoledo.blogger.com.br/ - Copa Cabana de Toledo
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Novembro 24, 2010  |
Hoje o Sol veio sorrindo, veio espreitar à minha janela, o dia ficou lindo e a paisagem ficou tão bela! Tudo tão belo, tão maravilhoso aqui pelo Porto.
Bem, vou sair, dar uma volta, o meu percurso, o meu estar... continuo a gostar imenso do Porto, das pessoas, de tudo.
Deixo abraços para todos os meus amigos, especialmente aqueles que o são verdadeiramente e se preocupam comigo. A esses, um abraço especial.
Até já! O sentido da vida consiste no bom relacionamento que temos uns com os outros, na partilha, na harmonia. O resto, tudo é efémero.
Porto, 21 de Novembro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Domingo, Novembro 21, 2010  |
CHEGA DE TUDO ISSO
Parar e olhar-te! Olhar forte…
Sentir e continuar a sentir,
Ser e tornar a ser… sempre em mim;
Dizer não quando esperavas um sim!
Dizer a verdade e avançar,
Acender a sabedoria… matar a morte!
Contrariar o gesto insolente!
Avançar mesmo que me achem diferente,
Lançar a discussão para a luz,
Evocar a Filosofia como mestria
Eliminar as tolices…
Essas imundices, esse vazio
Erguer sim, com firmeza e dizer não,
Morte a tudo o que cause mal-estar.
Avançar com a verdade, sempre!
Tomar-me no uno, sempre diferente,
Esquecer os mesquinhos!
Os mal dissentes… esses agouros,
Matar a sombra e dar força à luz!
Eliminar a contradição na argumentação…
Eliminar os falsos, os mentirosos
Eliminar tudo o que não presta!
Eliminar os bajuladores… (os falsos)…
As falsas promessas, o diz que disse
As políticas da treta… a desordem
As cimeiras caóticas e o ódio devastador
Tudo… menos o verdadeiro amor.
Nada de situações de pretextos! Nada…
Digo não ao caricato ainda que tolerante,
Tolerância? Onde e para quem? Porquê?
Nada de contornar a situação… firmeza!
Morte à trafulhice e à batota! Digo não à guerra…
Chega de arrogância, chega de falsidade…
Chega disso de faz-de-conta e que não é,
Chega de aberrações e descriminações!
Chega de homofobia, de racismo, de Bullying
Chega de ser incomodado… morte aos agressores
Morte a tudo o que não tenha fundamento.
Chega de tudo isso, chega… acorda e pensa,
Usa a Filosofia e não critiques sem fundamentar
Fundamenta de modo universal e não particular!
Acorda e não confundas crença com razão…
Mostra o que é pelo sentido, pela lógica
Ergue-te! Avança, não sejas mais criança mimada!
Toma na tua postura a coerência… abaixo ao equívoco!
Abaixo à indisciplina na escola e nos lares…
Socializa-te! Toma por medida a formação cívica,
Acolhe os bons modos… nada de incomodar o vizinho,
Respeita, só assim serás respeitado! Acorda… nada disso.
Porto, 16 de Novembro de 2010 – 05:09h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Novembro 16, 2010  |
E nada mais me perturbou, tudo ficou diferente... aquilo que passou passou... lancei para o lixo tudo o que não me passou ser gente!
Calmo. Sereno. Numa paz sem empecilhos atrás, sem nada daquele lixo que pensava que não fosse. Tive sorte, esse mesmo lixo manifestou-se ainda a tempo, para que não perdesse mais do meu tempo... e tanto foi o tempo que perdi com merdas de gentinha que nem merece a minha consideração. Aprendemos com as situações...
Porto, 13 de Novembro de 2010 - 18:22h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Novembro 13, 2010  |
O fim-de-semana está a chegar... muita música, muita fotografia e a maior alegria! Carregar baterias no Norte. A todos um abraço, claro, alguns são especiais. Esses ficam e estão sempre; outros vamos vendo como é. Isto nem tudo o que parece porreiro o é. Claro que entendes e muito bem.
Porto, 22 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Outubro 22, 2010  |
A noite está tão bela, a harmonia das estrelas, o ar em movimento e a paz tornam-me mais doce, a minha pele contrai-se na dança do prazer enquanto tomo o meu café e respiro a maresia da foz... Porto, tem encanto em momentos únicos e a unicidade torna-o desejável, cada vez mais.
Estou a gostar do que escreves, injectas o outro lado do indizível e a realidade torna-se mais sublime; brincamos, construímos o nosso mundo entre o repouso e os prazeres da boca! Lançamo-nos no jogo das preferências e das coisas do segredo... somos e construímo-nos abraçando as faces das proposições... tudo aquilo que fica entre o estado do não dizer coisa alguma.
Tns sempre uma palavra bonita para mim, essa que se esconde atrás de um sorriso, entre o Sol, entre o mar... com a calma, a tranquilidade na ordem do dia, finalizando no concerto da noite.
Tudo segue a seu bom porto. Resto de boa noite e semana agradável, nada de sofrer por antecipação nem ligar a tretas. Aproveita as coisas boas da vida. Muita paz. Sei que guardas em ti um manancial de situações que ninguém mais pode ter acesso. Obrigado por partilhares tudo isso comigo.
Se ouves o silêncio, ele acompanha o teu pensamento, a tua voz interior e a rosa sou eu, sou a flor do agora e do sempre, multifacetada, tomada de sonhos, de amor, do bem e do mal... do nada e do tudo, mas sou assim, em conformidade com o que possas pensar! Sou a rosa que também tem espinhos, mas perfume que se exala. Seja a noite o descanso do silêncio.
Porto, 17 de Outubro de 2010 - 23:51h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Domingo, Outubro 17, 2010  |
ÚLTIMAS
Só encontro professores stressados à minha frente e a criar situações para se afundarem mais; nem dormem o suficiente e ainda por cima aderem a situações para se afundarem mais, parece que não têm consciência disso. O Ministério da Educação não paga tudo isso, ou será que paga?... Interessante, observar estas alminhas penadas... eu nem estou aí! Temos pena! Tudo cheio de problemas filosóficos e cada vez parece que estão a ter dimensões astronómicas...
Vou começar a estudar estes índices de perturbação mental disfarçada... é anti-pedagógico, turmas com 30 alunos! E cada vez aparece mais um, no passar de cada dia... no mínimo isto é assustador!
Não há tempo... bem, mas o meu tempo pessoal não o gasto ao serviço dessas mesmas abominações pseudo educativas. Temos pena! Até já... boa leitura...
Vamos revisitar a Educação
Porto, 14 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quinta-feira, Outubro 14, 2010  |
Queres saber mais alguma coisa? Ora, ora, é só perguntar! Nada mais... logo que possível falamos, se desejares, obviamente. Contudo, para que saibas, tudo está bem, e os horizontes são outros, ainda que não os conheças.
Porto, 08 de Outubro de 2010
Jorge Ferro ROsa
postado por jorgeferrorosa
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Sexta-feira, Outubro 08, 2010  |
Vamos até ao facebook? que ideia! Nem sempre tenho tempo para a rede social, mas lá se vai...
E tu por onde andas? Andas com a moca toda? Ou isso está melhor? olha que não me parece! Vamos ver o que vem a seguir.
E veio a Sexta-feira! As aulas, as palavras, os papéis e um todo que se vai concebendo e projectando para o fim-de-semana.
Processos em análise, burocracias, regulamentos, direitos e deveres.
Aulas e novas metodologias, observação por vários locais, registos das mais diversificadas atitudes. Pontos de situação sempre na ordem do dia e nada de coisas complicadas, nada de situações constrangedoras... gosto sempre de resolver tudo na hora e não levar trabalhos para casa. Sou assim, vou bem directo aos assuntos.
Um pouco de sono, não muito apetite, um café e pouco mais!
Já esquecia, mas tenho lá fora alguém para ir lanchar... e trocar dois dedos de conversa, entretanto o facebook fica indisponível... sabes como é! Apaguei os dados todos sem querer... os amigos foram-se, agora se desejarem, adicionem-me, caso contrário paciência. Nada mais a acrescentar!
Porto, 08 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Voltei de novo aos blogues...! Hoje é Quarta-feira! As tardes costumam ser livres, mas hoje... não. Reunião de Departamento e Grupo. Sabes, aquelas coisas morosas e depois com o cansaço, também não ajuda muito. Só espero que não seja eu a fazer a acta lol. Gosto de escrever, mas, nada de actas.
As temperaturas começaram a descer, lentamente o frio começa a introduzir-se... tudo muito devagar.
As aulas da manhã podiam ter corrido melhor se as tecnologias tivessem respondido no tempo certo, tive que improvisar e todos os planos de aula foram alterados. Temos que ter criatividade; mas tudo funcionou, por norma não me arrasco. Há sempre uma solução.
Hoje entrei no facebook, e vi que tinha alguns amigos a pedirem-me para entrar na minha rede social, não tive tempo de aceitar, desculpem, logo que possível e que tenha disposição aceito. Apaguei alguns sem querer, fui clicando aqui, ali e quando dei por mim... já se tinham ido! Faz favor de voltar a pedir-me amizade, acaso estejais interessados; também não tenho muito tempo nem paciência. Agora ando com novos projectos, novas actividades e nem quase tenho tempo para dormir, sempre a deitar-me por volta das três da manhã ou quatro. Precisava de mais tempo! Enfim, logo que possível estarei com todos vós numa grande festa. Melhor, podem convidar-me, mandem-me mail ou até mesmo liguem-me. E se alguma coisa não está bem, ainda estamos a tempo de resolver tudo. Não acham? Penso que sim!
Porto, 06 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Outubro 06, 2010  |
Ainda não percebeste? Isso já eu vi e faz tempo... oh, eu nem estou nessa vertente. Tinha mais que fazer se ligasse a gente stressada como tu. Está bem visto, ou pensas que não me dou conta dessas situaçoes? Desliguei mesmo. Sabes, cansei dos amigos de faz-de-conta. Achas que vou voltar atrás? Eu ? Ah ah ah isso é que era bom! Agora, nada mais há para tratar, apenas tenho pena! És uma tristeza, não prestas para nada, nada mesmo, pelo menos foi o que se viu... olha, vai morrer longe para não cheirar mal! Criaste todas as situações para que te escrevesse isto, te dirigisse isto e sabes muito bem a quem me estou a referir. Só enfia o carapuço quem quer! Nem mais, pode caber a todos... isso é que era bom. Eu a enviar mensagens e nem respondes? Pois, certamente se cá vieres bater, vou cobrar-te a um preço elevado, por isso é melhor nunca mais dizeres nada, mas nada mesmo. Fica com todo o tempo para ti. Tens o tempo que te convém e para como o entendas fazer a gestão, devias pensar que eu era um tolinho! Só sou tolinho para o que me convém...
Porto, 05 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
PS. Deixo os meus parabéns e votos de muitas felicidades a um pseudo-amigo, melhor a um conhecido que hoje completa mais um ano. Olá!!!! É bom que se possa ler o blog de tal criatura, contudo, daqui a algum tempo o irá apagar, o facebook já o eliminou e outras coisas mais... não sei muito bem o que se passa com tal indivíduo, mas coitado, acho melhor consultar um técnico de saúde mental! Esse e outros tantos como ele! Tantas outras patologias. Até breve e nada de críticas corrosivas porque o País está em crise! A desculpa é a crise, para tudo e depois os outros é que vão pagar e vão-se enchendo assim os bolsos. Anda tudo tão mal por este País. Cuidem-se, cuidem-se porque qualquer dia tudo acaba, e não fosse a Isabel quem bem me aconselhasse nestas coisas e das amizades também.
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Outubro 05, 2010  |
DE PÓ E CINZA
Invulgar nome condecorado,
Saudade que irrompe dor…
Amizade, amor iluminado
Beleza de tamanho universal
Elevação mais além, imortal
Luz de brilho intenso em tanta cor.
Impressão… pó, cinza e memória
Natureza tão cheia de flores…
Árvores, todas diferentes
Cadernos de poesia, sabores
Inspiração que faz história,
Orquídeas, uma rosa na glória.
Vieste ao mundo com uma missão,
Anunciar um novo sentido
Soubeste dar amor, pão
Comungar e ter repartido
O lado justo e não a ingratidão.
Deixo-te o nome do nome derradeiro
A saudade que agora está primeiro.
Cresceu assim este sentimento
Registo de maior valia
Universal a cada momento
Zona fértil da filosofia.
Com teu sorriso e luz no olhar
Aqui falo baixinho, assim
Recordo-te, agora noutro lugar
Memórias que te vão perpetuar
Onde todos os nomes formam jardim.
Porto, 05 de Outubro de 2010 – 15:53h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no café “Barcarola”, à Rua Costa Cabral
PS. Este poema em acróstico é dedicado à minha grande amiga Isabel Carmo, com muita saudade e tristeza!
postado por jorgeferrorosa
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NOITE SEM NOME
Uma folha de papel ao lado entre tantas outras, um sorriso triste meio fechado, mostrando o nome no livro escondido, no concerto das palavras que se executam. Ficou a imagem, a verdade foi esculpida… todo um cenário de imagens que me acompanham, num silêncio, onde me movimento sem que ninguém entenda esta fragilidade!
Alguém disse não, quis interferir na nossa amizade… parei! Olhei e assim fiquei, mas guardei tudo de ti! Guardo o teu nome entre todos os nomes no grande livro que nunca ninguém o conseguirá ler!
Nomes, muitos nomes numa presença sem tempo ou todo o tempo consiste na escrita que não termina.
Não tenho palavras para descrever a tua imensa grandeza! A fantasia dos cadernos e dos papéis unia-nos pelo discurso eivado de sensibilidade apurada.
Foste embora mas ficaste, de modo diferente! Mantenho a minha postura, face a todos os nossos diálogos. Há sempre uma nota inteligente que vem salvaguardar toda a mensagem lançada ao mar. Nada de textos complexos, para tal, já basta a sociedade.
Os nomes constroem o meu mundo, contrabalançando todos os nomes ante o tesouro da palavra. As palavras derramam outras palavras, mas, entre todas, o nome é a mais importante!
Todo este silêncio comunga de um nada meio cheio, cheio da imagem que cada qual consegue fazer a gestão.
Lembro-me dos nossos escritos, feitos nos mais diferentes lugares, tão a nosso jeito… ao relembrar tudo isto, sinto uma nostalgia meio esquisita! Porque será? Falávamos de escritores, como Fernando Pessoa, José Luís Peixoto, José Saramago, Florbela Espanca, ao que te considerava seres uma segunda, António Nobre, Luís de Camões, António Aleixo, Mia Couto, Nuno Júdice, Natália Correia, Bocage, Mário Cesariny, Alexandre Herculano, Antero de Quental, António Botto, Al-Berto, Eugénio de Andrade, Vergílio Ferreira, José Régio, Isabel Allende, Pedro Paixão, Teixeira de Pascoaes, Maria José Fraqueza, Miguel Torga, David Mourão Ferreira, Agustina Bessa Luís, Padre Mário de Oliveira, Padre António Vieira… os filósofos, Sócrates, Platão, Aristóteles, Descartes, Kant, Hegel, Nietzsche, Sartre, Albert Camus, Agostinho da Silva, María Zambrano,… falávamos da Filosofia prática, do aconselhamento filosófico de Jorge Humberto Dias e de Maria João Neves; tantas pesquisas online. A Psicologia estava na ordem do dia, a análise do outro era uma constante, entre nós existia uma cumplicidade de psicoterapia! Freud e a Psicanálise era objecto de nosso estudo e as vertentes da Psicopatologia, não esquecendo do DSM-IV; Piaget, Erickson, Bandura e a Psicologia do Desenvolvimento. Interessante, tantos assuntos comuns, desde a Sexologia à Psiquiatria (Júlio Machado Vaz)… um mundo interminável de temas; a Informática também estava na ordem do dia, eu era o teu professor, possibilitando a tua actualização tecnológica… adorávamos tecnologias, computadores, telemóveis topo de gama e carros. Eu e tu, amantes da fotografia e do vídeo… fazíamos milhares de fotos, um ao outro e não só, disso são testemunho os nossos imensos álbuns. Partilhavas comigo as tuas mágoas, confiavas em mim, era como se fosse teu filho, neto… era para ti um amigo, fôlego da eternidade! O teu sorriso inconfundível, as gargalhadas de marcar presença, a tua voz; sempre bem acolhido por ti no teu espaço e as conversas eram como as cerejas! Tempos infindáveis no Miratejo, os nossos cafés, os escritos e os amigos. Era assim! Desabafavas comigo das tuas moléstias, sobretudo esta última (o cancro), a força e a coragem, as lágrimas; os tratamentos e as conversas com o médico… horas a fio de confissão que tanto te tranquilizavam… sempre vi em ti uma grande força interior, muito maior do que a minha! Que te dizer agora? Disse quase tudo! Conhecias os meus amigos e falavas deles com a tua primeira impressão e nunca falhavas! Eu nem acreditava… achava que não era assim, mas tu tinhas a experiência da vida e eu era muito ingénuo! Todos esses amigos ou pseudo-amigos que tanto estimava, esses mesmo, foram-se, esta era sempre a maior realidade… eu nem conseguia acreditar, mas tudo era assim! Foi assim. Não menciono nomes, certamente tais criaturas têm culpas no cartório, consciência do que são, do que foram! Apenas me enganei, mas contigo consegui superar e libertar-me de tais vermes. Obrigado Isabel! E agora Isabel? Nada mais. Recordo-te. Lembro que era teu desejo que eu publicasse o meu livro, esse que foste tu a seleccionar os trabalhos e justamente a escrever o prefácio, o tal “tecidos da alma”, sim, esse que aguarda publicação! Confesso-te que nunca me senti motivado para tal, desejava antes que fosse publicado o teu livro, coisa que não chegou a acontecer em vida, devido ao teu estado de saúde que foi piorando gradualmente. Terrível.
Guardaste os meus poemas e os meus textos que copiavas religiosamente dos meus blogues, deixavas as tuas pegadas, comentários únicos e originais, imprimias sempre as mais belas palavras, únicas e elevadas! Ficava sem saber o que dizer, mas tudo estava dito. Eras assim. Ninguém como tu. Não gostavas que te comparasse a quem quer que fosse, dizias que eras tu e somente tu e mais nada. Eras assim! Por vezes, nos últimos tempos também declamavas os meus poemas na Rádio Gilão, de Tavira, no programa de poesia “Onda Poética”, realizado por mim, Brito Dias e Maria José Fraqueza; era para ti grande alegria colaborar. Gostavas de ouvir a minha voz na locução, eu lia sempre poemas teus, dos teus blogues, estava responsável pela blogosfera. Agora tudo chegou a o fim! Motivavas-me todos os dias, era uma preocupação constante.
Isabel, sem dúvida, foste sempre uma boa pessoa, de alma sensível, verdadeira e muito justa; uma mulher inteligente e cheia de características únicas, uma mulher capaz; uma boa mãe e esposa. A tua família adorava-te, excelente, todos gostavam muito de ti. Isabel, aprendi muito contigo e só por ti derramo estas lágrimas, nada mais me pode consolar, o resto tudo é diferente.
Lembro-me quando tínhamos grandes conversas sobre a vida e morte; eras a favor da eutanásia, do suicídio desde que se justificasse… foste muito corajosa, muito forte e lutaste até ao fim, sem vacilar. Falavas-me muitas vezes da tua amiga Manuela que se suicidou e que te deixou muito triste! Contavas-me situações e situações… Eras uma luz diferente! Aquela luz que brilha agora na eternidade ou não. Ateia ou céptica na maioria das vezes, conhecias Allan Kardec (o kardecismo), mas isso não te preenchia, a dúvida estava lá, tal como eu! Contudo, eras devota do Santo António de Lisboa, uma particularidade a realçar! Adoravas rosas, de todas as cores, especialmente as vermelhas, gostavas de orquídeas…
Mulher insatisfeita intelectualmente, inquieta, racional e com espírito de intervenção; mulher viajada, conhecedora do mundo e amante dos idiomas, leccionavas inglês… gostava tanto de te ouvir falar inglês, alemão, francês, italiano, espanhol! Um encantamento.
Música… lembro-me da música “Isabelle”, de Charles Aznavour, bem linda, bem profunda e que me contaste que foi dedicado a ti, que tal celebridade se inspirou em ti para a criar!!! Certamente que a música é mesmo linda e até faz chorar as pedras da calçada. Adoravas música clássica, Adré Rieux, Vivaldi, Mozart, Beethoven entre outros; também gostavas de fado, nomeadamente Amália Rodrigues. A música alma enchia-te a alma, elaborava as tuas complicações musicais, momentos mágicos de áudio. Lembro-me que em ti também existiam outras vertentes, gostavas imenso de ouvir-me tocar acordeão, a “valsa da meia-noite”, ficavas maravilhada; sempre que a toco lembro-me de ti. Que mais poderei dizer? Do que disse é uma gota de água no oceano!
Hoje, agora… recordo-te, com muita saudade. Este texto está a ser produzido num café aqui no Porto… sabias que a maioria dos meus textos eram escritos no café; ainda continuo a fazer o mesmo. Faltas tu aqui! E nasceu o dia e o dia chegou ao fim perpetuando uma noite sem nome.
Porto, 05 de Outubro de 2010 – 15:13h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no café “Barcarola”, junto à Rua Costa Cabral.
Dedicado em sua memória à minha eterna amiga Isabel Inácio Vasco da Cruz Carmo.
postado por jorgeferrorosa
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Encontro por aqui com cada pessoa! Sem palavras... uns são psicopatas! Andam a fugir, saltar de site em site, fazer e apagar... numa fuga desenfreada, parecem umas baratas tontas. Confesso que não sei para quê. Depois armam-se em coitadinhos e a dar lições de moral. Prazeres desprazeres... tretas e gente de cabeça mal resolvida. Melhor crescerem e aparecerem... pois tenho mais que fazer. Mantenho a minha postura. Algumas pessoa que vi, conheci e prezei passado algun tempo mostraram mesmo pelas suas atitudes que são reles e que confesso não prestam. Tais criaturazinhas já as coloquei no lixo e estão bem recicladas... eh eh eh Bem, mas acho piada tais condutas taralhocas... em todas as profissões isso acontece. Repare-se no focinho de algumas mulherzinhas e homenzinhos... é mesmo de rir às gargalhadas.
Deixa-me mas é fazer um pouco mais de exercício que faz muito bem, colocar a minha música e abanar o capacete... tudo para a frente, tudo sempre mais além do que possas pensar.
Vá e chega de grelhas que não servem para nada, nem para assar o peixe! O que tu queres sei eu... olha-me para aquilo, bem, nem se pode estar junto, porque o hálito é intragável e as danças ainda estão por acontecer... é necessário ser-se soft! Eh eh eh ah, já esquecia, neste Domingo, estive com amigos muito porreiros, pessoas maravilhoas, assim é que é. Para eles fica o meu abraço e o meu obrigado muito grande. Bem hajam e continuem sempre assim. Grato a quem me tirou esta foto. Tudo cinco estrelas.
Porto, 05 de Outubro de 2010
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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NOME
Esperamos por ti, espero por ti, no anónimo das presenças, no sorriso das palavras e nos nomes que se guardam no lugar de ninguém. A certeza dissolve-se nos impróprios, no rosto sem imagem, ainda que contornada por uma fuga inquieta. Somos nesta caminhada entre os tentáculos do nome que não se pronuncia, sejam todos eles o grande compromisso, na rua da vazante epistolar. Aquela palavra ficou congelada no lugar dos nomes… fosses tu o nome, a etiqueta do grande transporte, tão doce quanto as miragens da fantasia. Interrogamo-nos ante a força dianteira e esperamos por ti, somos contigo a nova metragem dos nomes no nome do livro, pelas páginas inquietas da vida e da morte! Focamo-nos e o silêncio pincela os contornos existenciais, benfazejos daquilo que imprime o silêncio, a uma verdade decretada depois dos nomes se acolherem. Procuro o nome no teu livro, perco-me entre tantos e espero por ti, no outro lado do teu sorriso fechado, epidérmico, cheio da mensagem particular. Somos na eficácia daquele nome que está escondido, nesse que é singular, tão único quanto o que se pode ser. Um livro, nomes, nome nas florestas das palavras, ao encontro dos desencantos. Construímo-nos na nova cadência, nos novos significados, no plural e no singular, enchendo e esvaziando o dicionário dos sentidos. A mensagem é um nome… esperamos por ti, espero por ti.
Porto, 28 de Setembro de 2010 – 18:37h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no Gran Plaza.
PS. Dedicado com a minha constante na amizade, ao José Luís Peixoto.
http://www.joseluispeixoto.net
http://agrandecasadolivro.blogspot.com
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Setembro 29, 2010  |
Olhar a imensidade da Natureza, do tempo e recordar tantas situações que nunca mais se repetem! Viva o Porto carago... é o Máior! Os dias passam e novos amigos chegam, outros perdem-se no tempo, mas a isso já me habituei. Nada a fazer. Temos pena! Pouco me importa as posturas desses que vão ficando para o lado, criaram tais situações, lamento, temos pena, mas agora... nada mais a fazer, a vida continua. Desculpas e mais desculpas, confesso que fiquei bem farto, muito mesmo. Como tal, cada um fique com aquilo que talhou... porque já me habituei a não ter determinadas pessoas que um dia erradamente depositei meus melhores sentimentos. Outras novidades me esperam...
Porto, 12 de Setembro de 2010 - 12:30h
Jorge Ferro Rosa
Escrito na FNAC do NortShopping
postado por jorgeferrorosa
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Domingo, Setembro 12, 2010  |
O teu sorriso parecia fechado…
A verdade esculpida, silenciosa
Todas as palavras perdiam-se no nada
O olhar, fundo, desfocado…
Levou-me para uma mensagem agrilhoada.
Jorge Ferro Rosa
Escrito no Centro Comercial, Grand Plaza
Tavira, 04 de Setembro de 2010 – 11:03h
PS. Dedicado à minha grande amiga Isabel Carmo, com a amizade eterna.
PS2 – Após escrever esta estrofe, soube que a Isabel Carmo partiu às 11:00h. Fiquei sem palavras, contudo, algo parece que foi comunicado (primeiro toque – inspiração). Que a sua alma descanse em paz, circula no espaço à velocidade do pensamento, em luz, livre, desprendida de toda a matéria, do resto nada mais sei. Até breve Isabel! Somos eternamente… 13:32h
Isabel Carmo faleceu com 66 anos de idade. Fica a eterna saudade.
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Setembro 04, 2010  |
COMBUSTÃO DO SILÊNCIO
Que interessam aquelas coisas todas que perderam o nome, o lugar a que lhes tinha dado primazia? Que interessa tudo isso? A fluidez do imparcial acontece, eu apenas senti a necessidade de mudança, o que talvez não consigas entender! Creio na tua evolução…
Ainda arde intensamente o primeiro princípio, ante todos os sentidos colaterais, numa viagem sem nome, sem ilusões… recordo-te, somente isso. Todas as interpretações ultrapassam a crítica, todas as posturas… este acto de escrita também faz parte do assentimento a que me olvidei. O namoro das palavras rasgam o olhar e todo o vazio dilata o meu ser… somos combustão eterna do silêncio, onde o olhar desvela outros mundos, silenciosos.
Grande Porto – Rio Tinto – 01 de Setembro de 2010 – 17:23h
Jorge Ferro Rosa
Escrito no café “Com Letras”.
PS. Dedicado à minha grande amiga Isabel Carmo, com a amizade eterna.
postado por jorgeferrorosa
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Quarta-feira, Setembro 01, 2010  |
Fica sempre algo por se dizer, mas, o melhor fica sempre debaixo da manga! Se soubesses a peste que me apareceu... essas promessas, já não têm mais credibilidade para mim! Pensavas o quê?
Então que tal o café? Foram cinco minutos? Mas tu pensas que eu acredito na tua conversa? Mas achas mesmo? ah ah ah jamais. Para mim, já não significas nada, nada mesmo, sabes porquê? Porque tu anulaste todo o valor que te depositei, não mereces que te considere. Era ridículo considerar-te... a vida é linda para aturar pessoas muito baixas como tu. Deixa andar, porque há muitas coisas boas e das melhores, ora, é sempre a bombar nos prazeres urbanos e noutros, claro. Viagens não faltam e muito menos os novos amigos, porque aqueles que pensava... eram de faz-de-conta, claro, alguns só.
Moncarapacho, 21 de Agosto de 2010 - 20:03h
Jorge Ferro Rosa
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Agosto 21, 2010  |
HOMENAGEM A JOSÉ SARAMAGO
(dedicado a José Saramago)
Bateram as horas, senti as forças tomarem-me como que se algo dentro de mim se fosse separar, assim de um modo violento! Um poema possível, uma outra mensagem que as entrelinhas guardavam entre mundos possíveis de palavras em construção ou talvez desconstrução. Os sons parecem inchar e os segmentos de recta quedarem-se sem que exista mais aquele atrevimento do ensejo… os caminhos conduziram-me aos pântanos da interrogação e das formas verbais com que escrevi o teu nome entre tantos nomes. Todos os nomes! Escrevi, fechei o caderno, mas senti que devia dizer-te muito mais ante tudo o que noutros tempos tivera escrito e que nunca partilhei.
As gotas do coração são manhosas, a angústia existencial corre, deixa-me tonto, vazio e sinto algo que me transporta para um outro patamar, muito esquisito. Relembro amigos e conhecidos, alguns morreram, outros ainda estão por cá! Sinto saudades e a dor atenua quando circulam as memórias… leio livros, desfolho recordações e nada passa de momentos. Morreste! Morreste-me diria o José Luís Peixoto! Recordo-te. Penso-te. Sinto o teu olhar, ouço a tua voz e toda a verdade corre-me pelas veias, o sangue do sentido… eras aquilo que eras, não podias ser outra coisa, a não ser um ser, uma verdade resistente!
Eras o homem que guardava aquilo que sentia de modo único, tu dizias por mim aquilo que silenciei… os outros ouviam, incomodavam-se mas, preferiam viver na ignorância. Agora digo, e continuarei a dizer. Desculpa-me, não tenho que partilhar contigo isto. Contigo, com alguém ou com ninguém. Esses outros preferiam… sentiam ódio por ti, por não conseguirem dizer o que tu dizias. Sempre disseste a verdade! Eras o que eras. Eras isso mesmo. Um homem, um humano, um talento, um racional, um verdadeiro… nada de hipocrisias, nada de faz-de-conta! Defendias a realidade e não a mentira ou mundos de outras palavras. Eras assim, assim como sempre achei que a realidade fazia e faz sentido. Que dizer depois? Que fazer? Nada. Político, poeta, escritor, Filósofo. Um homem de grande luz. O povo esteve contigo, ainda continua contigo mesmo depois de teres partido! José Saramago! Isso. Estamos todos contigo para sempre, ainda que as cinzas sem a poeira do cosmos!
Como me lembro de ti! Lembro… lembro-me desde os tempos de Faculdade, desde o tempo em que te lia com alguns amigos que já partiram – o Luís Caldeira! Outros… entre os meus amigos de Faculdade, figura o José Luís Peixoto, sim, aquele jovem que tem um pedaço de ti. Naquele tempo eram os poemas… Tudo é em determinado momento da vida! Não sei porque ao lembrar-me de ti me lembro também dele. Estranho! Li os dois escritores e os dois tocaram-me de modo diferente. É tão estranho isto, muito estranho mesmo. Mas deixa estar.
Palavras de homenagem, palavras que ninguém as pode apagar, nem com a cegueira, nem com os evangelhos, muito menos com todos os ensaios… nada. És imortal. Qual terra de pecado, apenas são as tuas palavras deste e do outro mundo, são nesta viagem apontamentos que ficam em cadernos, dos dias do sim e do não, seja de Caim a Abel! Seja o que possa ser, tu morreste-me como diria o José Luís Peixoto ou como escrevi naquele tempo no caderno da minha alma que agora ficou reservado a um outro período, a um outro cortejo! Não sei porque estou meio estranho nesta noite, apenas estou e o tempo continua a passar...
Chama-me do que quiseres, serei indiferente à tua posição, sou ateu, comunista, sou tudo e nada sou, porque parecendo que sou, a morte diz que não sou nada, apenas recordação temporária, mas tu, sim, tu és imortal neste meu Portugal. Este ano é o ano da morte! Foi a tua morte… terrível, essa maldita, assassina. Que impotência perante a morte, total resignação. Desgraçada morte e quem te inventou. Seria melhor que não existisses, uma vez que causas revolta e desordem. Esta é a desordem da noite neste momento em que o único momento é este, o ter-te no pensamento e em glória te dedico este texto, num erguerem-se todas as palavras à tua imortalidade pelos feitos das tuas palavras. José Saramago, és eterno e o mundo contigo é racional.
Bem, neste momento falar da morte pouco adianta! Porque ela te levou? O facto é que ela é a grande dona de tudo… já levou tanta gente da minha família, das mais diversas formas. Leva todos e a ti também que lês os meus desabafos, estas palavras ácidas, corrosivas, mas quentes, com o cheiro a sangue! Sobejamente agrada-me o ainda poder pensar-te e recordar-te, sinal que ainda estou vivo. O que me resta entre os devaneios da memória são palavras para te coroar e com todos os que estão contigo, José Saramago, o teu nome é para perpetuar. Até ao nosso outro encontro, face aos apetites do divino que será o descanso eterno entre as palavras que ficam por pronunciar.
Vila Real de Santo António, 22 de Junho de 2010 – 23:02h
Jorge Ferro Rosa
PS. Ver: http://www.josesaramago.org/index3.php
postado por jorgeferrorosa
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Terça-feira, Junho 22, 2010  |
Não esquecerei José Saramago. Até sempre amigo...
postado por jorgeferrorosa
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Sábado, Junho 19, 2010  |
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